Category Archives: Montagens e Instalações

Central Contra Incêndios

Central Contra Incêndios, EBARA AFUEN-ENR 32-200B/5,5 EDJ, segndo as normas UNE 23500-90 e UNE-EN 12845 formada por:

central contra incêndio

Grupo Contra Incêndios

Bomba principal ELÉCTRICA ENR 32-200, B EN 733/ DIN 24255, de um estágio e de uma entrada, corpo de impulsão em fundição GG25 em espiral com patas de apoio, caixa de rolamentos robusta e rolamentos radiais blindados, aspiração axial e boca de impulsão radial vertical, compensação hidráulica mediante orifícios de descarga no impulsor, suporte de rolamentos de esferas lubrificados para a vida útil, estanqueidade do veio mediante empanque mecânico segundo DIN 24960, veio em aço inox AISI 420; accionada por motor eléctrico assíncrono,trifásico de 2 polos, isolamento classe F, protecção IP-55, potência de 5,50 kW, para alimentação trifásica a 400 V III, 50 Hz, acoplamento com espaçador;

Bomba principal DIESEL ENR 32-200B com uma potência de 6,30 kW, duplo jogo de baterias, depósito de combustível de 40 litros de capacidade equipado com válvula de esvaziamento, filtro e visor de nível;

grupo contra incêndio

Grupo Contra Incêndios

Uma bomba auxiliar jockey CVM A/12, de 0,9 kW, corpo da bomba em ferro aço inox, veio de aço inox AISI 416, corpos de aspiração e impulsão e contra flanges de ferro fundido, impulsores e difusores de policarbonato com fibra de vidro, empanque mecânico, motor assíncrono de 2 polos, isolamento classe F, proteção IP 44;

autoclave e pressostatos

Autoclave e Pressostatos

Depósito hidropneumático de 24/8; bancada metálica, válvulas de corte, retenção e de corte para cada bomba. Manómetros; pressostatos; colector comum de impulsão em aço negro DN 2" S/DIN2440 com pintado de vermelho RAL3000;

Quadro Bomba Principal

Quadro Bomba Principal

Quadros eléctricos de potência e controlo para a operação totalmente automática do grupo; suporte metálico para quadro eléctrico. Montado em bancada de perfis laminados de aço com pintura anti-corrosão, montado e testado em fábrica.

Quadro Comando  Motobomba

Quadro Comando Motobomba

Manual Instalação, Arranque e Manutenção

Autoclaves com Membrana, Instruções e Manutenção

Autoclaves com membrana, são ideais para aplicações onde a alta pressão é necessária. Estas aplicações incluem sistemas booster, expansão térmica e choque hidráulico em prédios de vários andares, como hotéis, hospitais e centros de negócios. Estes modelos possuem membrana intercambiável permitindo a sua substituição assim que necessário. Para garantir a durabilidade e performance, recomendamos a verificação da pressão a cada 3 meses.

 

POR FAVOR, ANTES DE INSTALAR UM AUTOCLAVE LEIA COMPLETAMENTE AS INSTRUÇÕES

 

PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS

• Para evitar lesões, antes de realizar o trabalho, assegure-se que todas as bombas estejam desligadas e/ou sem correte eléctrica e de libertar toda a pressão de água na instalação.

 

• Recomenda-se confirmar que o sistema dispõe de um conjunto de válvulas de segurança adequadas e ajustadas à máxima pressão efectiva do autoclave ou abaixo desta.

 

• Não instalar uma válvula de segurança, pode ocasionar a explosão do autoclave no caso de um mau funcionamento do sistema de sobrepressão, podendo causar danos materiais, lesões graves ou a morte.

 

• Não utilize o autoclave se se detectarem, fugas ou sinais de corrosão.

 

• Se o autoclave pesar mais de 30Kg, deve-se utilizar um equipamento adequado para o elevar e evitar assim, tanto danos pessoais como no autoclave.

 

Estas instruções foram feitas para que se possa familiarizar com o método correto de instalação e funcionamento dos autoclaves com membrana. É necessário que leia este documento com cuidado e que cumpra com todas as recomendações. Caso tenha dificuldades durante a instalação ou necessite de aconselhamento detalhado, entre em contacto connosco.

 

• Os autoclaves estão desenhados para ser utilizados em sistemas de bombagem de água sobre pressão, com bombas submersíveis ou de superfície, em circuitos fechados de aquecimento ou energia solar térmica e circuitos abertos de água quente sanitária.

 

• Consulte sempre os dados da etiqueta para saber qual a pressão e temperatura máxima de funcionamento.
• O fabricante não é responsável por nenhum dano causado pela água na utilização com o autoclave.

 

A INSTALAÇÃO DEVE SER REALIZADA CONFORME O CÓDIGO TÉCNICO DA EDIFICAÇÃO, LEGISLAÇÃO E NORMAS EM VIGOR.

 

1. INSTALAÇÃO DO AUTOCLAVE EM EQUIPAMENTOS DE PRESSÃO

 

1.1 Localização adequada do Autoclave

Para garantir que o autoclave alcance a sua máxima vida útil, deve ser instalado num lugar seco e coberto. Não deve estar em contacto com nenhuma superfície circundante, como paredes, etc.

 

1.2 Ligação do Sistema

1. Coloque o autoclave no lugar pretendido.

2. Nivele conforme apropriado. Todos os autoclaves, verticais ou horizontais, devem ser colocados sobre uma base firme. Se houver a probabilidade de existirem vibrações na zona do autoclave, tenha em conta que a instalação deve ser executada de forma resistente.

3. Ligue o autoclave com um tubo curto para eliminar perdas de carga.
4. Toda a tubagem deve ser instalada conforme as normas vigentes.

 

1.3 Como ajustar a pressão de pré-carga

1. Para ter o rendimento adequando do autoclave é necessário corrigir a pressão de pré-carga.

2. Para autoclaves instalados com uma bomba controlada por pressostato, com uma pressão diferencial ajustada até 2 Bar, a pré-carga deve ser ajustada a 0,2 Bar abaixo da pressão de arranque.

3. Para autoclaves instalados com uma bomba controlada por um sistema de variação de velocidade, a pré-carga deve ser ajustada a 65% da pressão nominal.

4. Para autoclaves instalados com a pressão da rede (sem bomba), a pré-carga deve ser ajustada com a mesma pressão de entrada. Para pressões de rede que excedam os 6 Bar deve instalar-se um regulador de pressão adequado.

5. A pré-carga dos autoclaves de ser verificada a cada 3 meses.

 

Para obter um funcionamento correto, os autoclaves de pressão deve ser pré-carregados da seguinte forma:

 

1. Desligue a bomba, desligue o depósito do sistema e drene completamente a água que se encontra dentro do autoclave para evitar que a pressão da água afecte a leitura da pré-carga.

2. Retire a tampa da válvula de ar e com um manómetro adequado, comprove a pressão da pré-carga do autoclave antes de voltar a liga-lo ao sistema.

3. Retire ou meta ar com um compressor, de forma a ajustar a pré-carga necessária.
4. Coloque a tampa na válvula de ar e volte a ligar o autoclave ao sistema de pressão.

 

PARA NÃO SE DEFORMAR A MEMBRANA NOS CASOS DE PRÉ-CARGA SUPERIOR A 4 BAR

Se tiver que pré-carregar o autoclave com mais de 4 Bar proceda da seguinte forma:

 

1. Ajuste a pré-carga de autoclave com 4 Bar.
2. Instale o autoclave no sistema.
3. Encha o sistema com água para igualar a pressão do sistema e do autoclave com 4 Bar.

4. Aumente a pressão da pré-carga até um máximo de 3 bar e depois ajuste a pressão do sistema à nova pressão de pré-carga enchendo o sistema de água.

5. Repita os passos 3 e 4 até chegar a pré-carga adequada.

 

Se tiver que esvaziar um autoclave com uma pré-carga superior a 4 Bar proceda da seguinte forma:

 

1. Assegure-se que há água no autoclave.
2. Feche a válvula de corte de forma que o autoclave fique isolado do sistema.
3. Assegure-se que não entra água no autoclave e desligue a bomba.
4. Retire o ar do autoclave até chegar aos 3 Bar.
5. Abra uma válvula de saída.
6. Abra a válvula de corte de forma a esvaziar o autoclave.

 

1.4 Princípios de funcionamento do autoclave

Sem um autoclave de pressão, o sistema de bombagem faria um ciclo (ativação) cada vez que houvesse uma solicitação de água. Estes ciclos frequentes e potencialmente breves não só iriam reduzir a vida útil da electrobomba, como seria impossível o seu controlo.

 

Os autoclaves de pressão foram concebidos para acumular água quando a bomba está em funcionamento e oferecer água sobrepressão ao sistema quando a bomba está desligada. Um autoclave correctamente calibrado e dimensionado, armazenará pelo menos um litro de água por cada litro por minuto de capacidade da bomba. Isto permite que a bomba realize menos arranques, menos consumo energético e tenha tempos de arranque mais prolongados, maximizando a vida útil da bomba.

 funcionamento autoclave

1.5 Instalação de vários autoclaves

Para que o sistema funcione corretamente todos os autoclaves devem ter a mesma pré-carga e devem ser instalados sobre um coletor para que recebam uma pressão equivalente e balanceada. Para que os autoclaves funcionem corretamente o controlador ou pressostato deve estar instalado na parte central do coletor (no centro dos vários autoclaves). A pré-carga de cada depósito será, como se indica na seção 1.3.

 Autoclaves em serie

 

2. Manutenção

Os autoclaves devem ser verificados de 3 em 3 meses por pessoal qualificado.
Para verificar a pré-carga, desligue a bomba, abra uma válvula de forma a esvaziar a água do autoclave. Verifique a pré-carga utilizando um manómetro. Se necessário utilize um compressor de ar para pré-carregar o autoclave com o ar adequado. Ligue a bomba de forma a voltar a encher o autoclave.

 

Liberte sempre a água e ar do autoclave antes de mexer em acessórios que estejam expostos à pré-carga, tais como flanges, junções, válvula de ar, manómetro, etc.. Assegure-se que o sistema está desligado e no caso de haver outros equipamentos elétricos estes estejam desligados também.

 

Se os ciclos da bomba estiverem curtos, pressione o interior da válvula de ar do autoclave. Se sair água pela válvula a membrana esta furada e é necessário substitui-la. Se não sair água pela válvula de ar poderá ser apenas necessário retificar a pré-carga de ar (seção 1.3).

Descargas Eléctricas

Descargas Eléctricas, a inimiga dos motores submersíveis

Imagem que mostra a enorme energia proveniente dos raios

Imagem que mostra a enorme energia proveniente dos raios.

O raio é uma poderosa descarga electroestática natural acompanhada por uma emissão de luz e som (trovoada). É um fenómeno meteorológico consistente em descargas elétricas engendradas dentro de um condensador natural que se propagam através de um dielétrico (substância má condutora de eletricidade), neste caso o ar, que sob determinadas condições naturais facilita esta condução.

Ainda que na maioria dos casos seja assim, nem sempre os raios se transformam numa tempestade. Por exemplo, as erupções vulcânicas ou grandes incêndios, provocam uma importante fonte de calor atípica que ao subir no ar expõe-se a uma rápida condensação, iniciando assim um processo gerador de um raio (relâmpago).

Dados relevantes

Tensão entre nuvem e um objeto na terra: 1.000 a
1.000 milhões de Volts Intensidade de descarga:
5 a 300 milhões de Amperes
di/dt: 7,5 kA/s a 500 kA/s
Frequência: 1 kHz a 1 MHz
Tempo: 10 Microssegundos a 100 ms
Temperatura superior a: 27.000 ºC
Propagação do som do raio: 340 m/s
Propagação da luz do raio c = 300.000 km/s
Campo electroestático por metro de elevação sobre a superfície da terra: 10 kV

O motor submersível: uma vítima fácil

Sabe-se que uma descarga elétrica de um raio procura o caminho mais fácil em direção à terra. Um motor submersível está instalado no interior da camada de águas subterrâneas; uma terra perfeita. Por isso, se transforma numa vitima fácil para estas descargas.

É importante ter em conta que uma descarga elétrica não necessita necessariamente cair diretamente sobre o motor para provocar danos no mesmo. Frequentemente, uma descarga atmosférica nas proximidades afeta a linha de distribuição elétrica e é suficiente para gerar voltagens induzidas extremamente altas nos cabos até ao motor.

Tendo em conta que no ponto de descarga podemos chegar a ter milhões de volts e milhares de amperes, através da indução eletromagnética e em lugar de impacto e através da linha de transmissão, podemos encontrar uma corrente de pico transitória de dezenas de kV.

Imagem que mostra uma descarga elétrica numa cidade.

Imagem que mostra uma descarga elétrica numa cidade.

Uma falha por descarga pode acontecer inclusive num dia ensolarado.

A queda direta de um raio pode danificar permanentemente um motor num instante. Mas na realidade, na maioria das vezes não acontece assim. Quando uma descarga moderada ou indireta chega a um motor, esta deixa a sua “marca” – uma trajetória de carvão no isolamento do motor. À medida que as descargas subsequentes chegam ao motor, os picos de voltagem seguem essa mesma trajetória de carvão tornando-a maior. A qualquer momento, esta trajetória de carvão fica de tal forma grande que uma tensão de trabalho normal pode continuar a degradar o isolamento, até que um dia (inclusive ensolarado) a trajetória de carvão chega a um ponto que a tensão de trabalho normal provoca uma falha definitiva do motor.

Alguns mitos sobre descargas elétricas

A probabilidade de um motor sofrer uma descarga elétrica está sempre presente independentemente do tipo do motor, desenho ou sistema de lubrificação. As descargas podem ocorrer tanto em motores com lubrificação a óleo, como em solução aquosa. Da mesma forma, as descargas podem danificar tanto motores monofásicos como trifásicos. Também devemos estar cientes que, em função da magnitude da descarga elétrica e da corrente que a segue, o dano causado ao enrolamento e equipamentos elétricos pode não ser visível a olho nu.

 

Como é que uma sobrecarga elétrica afeta os motores submersíveis?

Um pico de tensão (sobrecarga) pode ser causado por uma descarga atmosférica ou uma alteração no fornecimento elétrico (mudanças nas redes de abastecimento, interrupções no serviço, restabelecimentos de energia,etc.). Em qualquer caso, esta sobrecarga "procura" sempre a terra para a sua descarga. Os estratos de água subterrânea (aquíferos) acabam por ser o melhor meio para a descarga. Neste caso, os equipamentos de bombagem submersível acabam por estar no caminho desses picos de tensão na busca da terra real. Isto é, a carcaça de um motor submersível colocado em águas subterrâneas transformasse num excelente caminho para a "descarga" da sobrecarga, causando uma diferença de potencial muito elevado entre a linha de alimentação (enrolamentos) e o exterior.

Motor 4” com supressor de picos incorporado e esquema do mesmo

Motor 4” com supressor de picos incorporado e esquema do mesmo.

Como reduzir a incidência de descargas num motor submersível?

Uma das formas mais efetivas para reduzir a incidência de descargas elétricas num motor submersível é através do uso de supressores de   picos. Estes dispositivos geram momentaneamente um arco elétrico internamente para derivar picos de tensão potencialmente destrutivos para a carcaça e/ou manto aquífero. Uma vez que reduzido este potencial para um nível normal, regressam a um estado de circuito aberto. Muitos anos de experiência mostram que estes supressores de picos reduzem em grande parte as falhas por sobretensão. No entanto, não são raras as vezes que os motores sofram danos por descargas elétricas diretas nas linhas ou quando estas excedam os limites de protecção intrínsecos dos materiais (naturalmente nunca poderão ser evitados 100% dos casos).

O uso apropriado dos supressores ajuda-nos em grande medida a reduzir as possibilidades de falha. No entanto, quando os supressores de pico não são adequadamente ligados, oferecem pouca ou nenhuma protecção. Para que um supressor seja o mais eficiente possível, é absolutamente necessário liga-lo à “terra do aquífero” (por exemplo, a carcaça do motor). Da mesma forma, pouca ou nenhuma protecção se obtêm quando o supressor se liga a uma vara de terra ou um “delta de terras”.

 

Diferentes opções de supressor de picos para instalações de motores submersíveis

 Supressor de picos integrado internamente nos motores: É opcional nos motores Franklin Electric de 4” monofásicos “3 wire” y PSC (motor standard com condensador permanente)

Supressor de picos trifásico: incluído no kit quando se solicita equipamento de protecção SubMonitorPremium.

Embora o motor deva estar sempre conectado eletricamente à terra por intermédio de um cabo adequado, em instalações existentes onde não se utiliza este cabo de terra desde o motor até ao   quadro de controlo ou arrancador, recomenda-se colocar um cabo desde a tubagem metálica de descarga do poço até ao supressor de picos. Os cabos para ligar a terra aos supressores devem ser de cobre tipo entrançado de igual ou maior calibre ao utilizado para la alimentação do motor. Ideal será   ligar o supressor a terra da alimentação elétrica (para além do tubo de descarga).

Supressor de picos trifásico. Medidor de isolamento. Danos em motor de 4” por raio elétrico.

Supressor de picos trifásico. Medidor de isolamento. Danos em motor de 4” por raio elétrico.

Procedimentos que nos ajudam a determinar se um motor foi danificado por uma descarga

Motor instalado em poço

Utilize um Multímetro para verificar a resistência ohmica dos enrolamentos do motor de acordo com manual de Aplicação, Instalação e Manutenção (AIM) da Franklin Electric. Depois, utilizando um Megger, verifique a resistência de isolamento entre cada uma das fases e a terra de acordo com as especificações do manual do motor.

Motor fora do poço

Verifique visualmente se o motor apresenta danos, como cabos ou conectores queimados ou frisado.

Inspecione também o interior dos quadros de comando ou arrancadores e procure o mesmo tipo de falhas. Pesquise por furos ou orifícios na superfície da carcaça do estator; especialmente junto à área onde se conecta o cabo do motor. Verifique se o veio do motor gira livremente, caso contrário provavelmente a camisa interna do estator deformou-se por sobre temperatura por causa da sobrecarga. Procure também qualquer mudança de cor (geralmente o aço inoxidável fica azul) na superfície da carcaça do motor. Volte a confirmar os dados da resistência do isolamento (com um Megger) e a resistência dos enrolamentos (com um Multímetro) de acordo com os valores indicados no manual AIM.

Esperamos que esta informação seja útil e o ajude a prevenir e identificar danos por sobretensões ou descargas elétricas.

Grupo Hidropressor Lowara - Retrofit Hydrovar

Nesta instalação aproveitamos as bombas existentes no Grupo Hidropressor Lowara, que se encontravam a funcionar com um sistema tradicional de velocidade fixa (controlado por pressostatos) e modificamos para um funcionamento com variação de velocidade e pressão constante através de dois variadores de velocidade Hydrovar 4.022.

hydrovar_foz_02

Grupo Hidropressor pressão constante

O Hydrovar é um controlador inteligente que ajusta a performance da bomba ao consumo. O sistema é composto por um variador de velocidade , uma carta de controlo, sensores, filtros EMC e protecção do motor/sistema. Usando um Hydrovar, não necessita de um quadro externo de controlo.

O Hydrovar é facilmente montado directamente no motor da bomba e é compatível com qualquer motor IEC. Esta versatilidade torna o Hydrovar uma excelente escolha para uma modernização e melhoria de um sistema com velocidade fixa.

Fácil de configurar

O guia de configuração rápida e o sistema de menus lógicos, fazem com que o Hydrovar seja fácil de operar e configurar. Através de funções disponíveis na programação avançada, o Hydrovar pode ser adaptado a quase todas as opções de consumo.

Potencial de poupança de energia

Um motor a funcionar a 80% da sua velocidade máxima usa 48% menos energia. Com poupanças energéticas até 70% só em cargas parciais, o período de retorno do investimento típico é inferior a 2 anos, dependendo dos custos de energia e tempos de operação da bomba.

Várias opções de controlo

  • Possibilidade de controlar 1 a 8 bombas
  • Funcionamento a pressão constante
  • Funcionamento a caudal constante
  • Funcionamento de acordo com a curva do sistema
  • Funcionamento via um sinal externo de 4-20 mA ou 0-10 V

Segurança

  • Cumpre a EN 61000
  • Filtro THDi no interior para redução das interferências devido a harmónicas
  • Paragem da bomba a consumo zero
  • Arranque/Paragem suave integrada: ausência de golpe de aríete e corrente de arranque reduzida
  • Protecção integrada
    • Sobre/sub tensões
    • Sobrecorrente/ curto circuito
    • Nível mínimo de água
    • Falha do sensor
    • Aquecimento do motor
    • Aquecimento do inversor
    • Limite mínimo/ limit conveyor

Especificações

  • Potência: desde 1,5 kW até 22 kW
  • Tensão de alimentação: monofásico ou trifásico 50 ou 60 Hz
  • Comunicação: interface RS485, BACnet, Modbus, carta Wi-Fi (opcional)

Bancada de Ensaio de Bombas

A Bancada de ensaio de bombas é um equipamento indispensável na nossa actividade. Com este equipamento conseguimos comprovar e estudar o comportamento hidráulico e eléctrico das electrobombas. O accionamento deste equipamento é feito em corrente alternada, em 230V/50Hz ou 400V/50Hz.

 

Devido às limitações de espaço e corrente eléctrica estabeleceu-se a potência máxima de accionamento em 3000W. Esta potência implica consequentemente limitar caudais e pressões de teste. Ainda assim projectou-se uma bancada de ensaios bastante abrangente em termos de testes e ensaios.

 

Bancada de Ensaios Hidraulicart

 

Nesta bancada podemos:

  • Verificar a curva de funcionamento das electrobombas;
  • Verificar o caudal instantâneo;
  • Verificar a pressão instantânea;
  • Verificar o consumo da electrobomba;
  • Variar a velocidade de rotação do motor;
  • Simular a falta de água numa instalação;
  • Simular sob-intensidade;
  • Simular sub-intensidade;
  • Simular arranques consecutivos;
  • Simular o funcionamento de pressão constante e caudal variável.

A construção desta bancada foi executada dentro do espírito de se obter uma solução prática que permitisse facilmente ensaiar e testar as electrobombas e ao mesmo tempo podermos fazer um levantamento das curvas de características associadas.

A necessidade de um sistema ágil foi alicerçada pela experiência adquirida ao longo do tempo onde se pôde notar que uma parte significativa do tempo era despendido em modificações do circuito hidráulico e mecânico. Foi assim que a partir de um trabalho racional conseguimos chegar a este protótipo que à muito ambicionávamos.

Por intermédio de adaptadores de encaixe rápido, privilegiámos um circuito hidráulico com um conjunto de soluções que permitem a redução de tempo no acoplamento das bombas a serem ensaiadas e introduzimos um circuito (by-pass) com um caudalímetro onde através do ajuste de válvulas poderemos medir caudais até 7m3/h.

O sistema de medição de pressão foi concebido de forma a permitir que os ensaios sejam efectuados de forma rápida e eficiente. Utilizamos dois manómetros analógicos (0-6 Bar e 0-40 Bar) e um digital (0-10 Bar)

O sistema de comando e protecção é constituído por, um relé digital 230V, um relé digital 400V, um controlador de pressão com protecção incorporada e um variador de velocidade. Estes dispositivos serão usados em conformidade com a electrobomba a ser testada ou em função da experiência que pretendemos realizar.

Bombas Solares Franklin Electric

 

Bombas solares Fhoton SolarPak da Franklin Electric

Sistema que utiliza o sol para gerar energia eléctrica e bombear água.
Desenvolvido com o reconhecido know-how e garantia de qualidade Franklin Electric, o Fhoton SolarPak é um sistema inovador de bombeamento de água, ideal para aplicações onde não há disponibilidade de rede eléctrica ou a rede existente não é fiável e ainda onde se deseja utilizar energia renovável e gratuita.

 

FHOTON SOLARPAK

O FhotonTM SolarPak é um sistema independente que gera energia limpa para o bombeamento de água. As principais vantagens do uso deste sistema são:

• Fonte renovável de energia limpa e gratuita (sem uso de combustíveis)
• Independente de fornecimento de energia da rede elétrica
• Alta disponibilidade de luz solar em países como Portugal
• O Cliente não fica sujeito ao aumento do preço da energia elétrica
• Baixa manutenção
• Facilidade de instalação
• Pode ser instalado em lugares remotos onde a energia elétrica não chega
• Confiança por trabalhar com um produto com a qualidade e tecnologia da Franklin Electric

 

Nenhum outro sistema entrega em um único pacote as características e benefícios com a fiabilidade do FhotonTM SolarPak!

Bombas Solares Franklin Electric

Controlador FHOTON Franklin Electric

  1. Protecção adicional contra raios.
  2. Estado da operação indicado por LED
  3. Ligação de entrada de corrente contínua proveniente dos painéis fotovoltaicos
  4. Ligação de saída dos cabos para o motor AC
  5. Ligação para uso de 1 ou 2 interruptores de bóia
  6. Terminal previsto para placa opcional de comunicação de dados
  7. Ligação para uso simultâneo de até 2 interruptores de bóia
  8. Ligação para uso de fluxoestato
  9.  Chapa amovível para instalação dos cabos eléctricos
  10. Caixa de protecção IP66, Nema 4

 

COMO FUNCIONA

Os painéis solares fotovoltaicos recolhem os fotões da luz solar e convertem-nos em corrente eléctrica, que é transmitida ao FhotonDrive (unidade de controle). O Fhoton Drive acciona a electrobomba procurando sempre a máxima potência produzida pelos painéis e, adicionalmente, também protege o sistema contra potenciais condições adversas.

 

APLICAÇÕES

O FhotonTM SolarPak é desenvolvido para aplicações com electrobombas submersíveis de 4”.

• Abastecimento de água para animais
• Abastecimento de reservatórios de água
• Abastecimento de água para residências e quintas
• Abastecimento de água para agricultura
• Fontes e cascatas
• Abastecimento de água em zonas remotas
• Projetos de energia renovável

 

PROTECÇÕES

O FhotonTM SolarPak possui sistema de diagnóstico e protecção interna contra condições potencialmente prejudiciais, tais como:

• Picos de tensão
• Subintensidade
• Subtensão
• Electrobomba bloqueada
• Circuito aberto
• Curto circuito
• Sobreaquecimento da unidade de controlo
• Protecção de trabalho sem água (a seco)
• Polaridade CC Invertida

 

PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS

• Motor eléctrico trifásico 100V ou 200V (0.55 kW ou 1,10 kW)
• Sistema procura a máxima eficiência de bombagem
• Electrobomba de alta tecnologia e reconhecida durabilidade
• Caixa de controlo com grau de proteção IP66, Nema 4, com máxima protecção para instalação no exterior ou interior
• Ligação de entrada de corrente contínua (CC) e saída corrente alterna (CA)
• Indicação do estado de operação através de LED
• Terminal previsto para comunicação de dados adicionais
• Sistema de optimização do ponto de operação para maximizar a eficiência da entrada de potência (MPPT - Max Power Point Tracking)
• Arranque suave, evitando golpe de aríete no accionamento do sistema
• Fácil instalação
• Possui sistema de diagnóstico e protecção

Fhoton

CONTEÚDO DO KIT

• Electrobomba Etech-Franklin (Motor elétrico trifásico 100V ou 200V e Hidráulico VS).
• Controlador solar Fhoton da Franklin Electric.
• Sensor de Fluxo.

fhoton-02x

DESEMPENHO HIDRÁULICO 

curvas

curvas

 

Número de painéis (260W) recomendados para a potência máxima

fhoton_paineis

Cálculo Perdas de Carga numa Tubagem

Cálculo de Perdas de Carga numa Tubagem sendo fornecidas as propriedades do fluído e as características da instalação.

Tabela de Cálculo

Nota:
As perdas de carga nos acessórios (válvulas, curvas, etc.) podem variar de fabricante para fabricante é conveniente confirmar o valor real das mesmas.

 

A perda de carga é a perda de energia (pressão) por atrito das moléculas de fluido com as paredes da tubagem. A perda de carga aumenta com o aumento da viscosidade, velocidade do fluido, rugosidade das paredes do tubo, comprimento da tubagem e perdas pontuais (válvulas, curvas, etc.).

 

Equação Colebrook

A equação de Colebrook expressa o factor de fricção de Darcy f como uma função do número de Reynolds Re e da rugosidade relativa do tubo ε/Dh, ajustando os dados de estudos experimentais de fluxo turbulento em tubos lisos e ásperos. A equação pode ser usada para (iterativamente) resolver o factor de atrito de Darcy-Weisbach f. Para uma conduta que flui completamente cheia de fluido com valor de Reynolds maiores que 4000, ela é expressa como:

equação Colebrook

 

 

 

 

 

Equação Serghides
O factor de atrito é calculado pela equação de Colebrook, utilizando o método de convergência proposto por Serghides:

Equação Serghides

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Equação Darcy-Weisbach
A perda de carga ao longo da tubagem é calculada por:

Equação Darcy

Escolha de uma Bomba

CONDIÇÕES PRELIMINARES SOBRE A ESCOLHA DE UMA BOMBA

 

Para se escolher conscientemente o tipo de bomba conveniente para o poço de que se dispõe, é preciso conhecer o caudal de água que este pode proporcionar.

 

Para esta operação basta ter à sua disposição:

 

Uma corda suficientemente comprida, uma bomba qualquer e um relógio. A operação a seguir seria (veja-se o esquema junto):

 

  1. Medir o diâmetro “D” do poço;
  2. Medir, por meio da corda, a sua profundidade total “P”;
  3. Medir a distancia “V” desde o solo ao nível de água;
  4. Colocar a bomba auxiliar e faze-la funcionar até que o nível de água alcance a válvula de suspensão “C”, ou seja, até ao seu esgoto pratico;
  5. Anotar o espaço de tempo necessário para que a água volte ao nível “a grande”, em que se encontravam antes de fazer o esgoto do poço. A fórmula , na qual a letra “A” representa a altura e “D” o diâmetro do poço dá-nos a reserva de água dentro do poço antes de a termos esgotado.

poco_cotas Este volume de água, dividido pelo espaço do tempo necessário para a água voltar ao seu primitivo nível, dá-nos o valor da nascente de alimentação do poço.

Praticamente, a capacidade de um poço não é, somente o volume de água nele armazenado entre duas extrações, mas este volume mais a quantidade de água fornecida durante esse tempo pela nascente que o alimenta.

Se a água se estabilizar num nível “F”, superior ao da válvula de suspensão, isto provará que a nascente de água é de valor igual ao do débito da bomba auxiliar que se utilizar.

É necessário ter em conta a época em que se fizer esta avaliação, porque na época das chuvas a abundância da água é naturalmente superior à da das secas.

 

ESCOLHA DO DÉBITO DE UMA BOMBA

 

Para auxiliar os nossos clientes a determinar a escolha do débito de uma bomba, damos a seguir uma ideia, tanto quanto possível exacta, das quantidades máximas necessárias em cada 24 horas:

 

- Gastos higiénicos por cada pessoa: 25 a 35 litros
- Banho: 200 a 300 litros
- Lavagem de um automóvel: 300 litros
- Lavagem de equipamento agrícola: 200 litros
- Cozinha, por pessoa: 5 litros
- Higiene da habitação, por família de 6 pessoas: 600 litros
- Animais, por cabeça: 30 a 50 litros

 

QUANTIDADE DE ÁGUA NECESSÁRIA PARA A REGA DE UM JARDIM OU HORTA

 

Se se desejar substituir a rega a braço por uma bomba ou uma motobomba, é conveniente basear-se sobre os seguintes ensaios práticos:

 

Tomando em conta que um homem pode gastar, com a rega a braço, uma média de 1200 litros por hora, baseando-nos em 12 litros como conteúdo normal de um regador e sabendo o número de homens necessários para a rega da horta ou jardim poderemos calcular o caudal necessário por hora.

 

ESCOLHA DO TIPO DE BOMBA

 

Podem os nossos clientes, fornecendo-nos os necessários elementos abaixo descritos, confiar-nos a escolha do tipo de bomba mais adequada para os fins em vista, na certeza de que oferecemos aquela que melhores resultados deverá dar-lhes. Assim, pedimos o favor de nos responderem ao seguinte questionário, reportando-se ao esquema abaixo:

 

  1. É para um trabalho diário, intermitente ou contínuo?
  2. Qual a espécie do líquido?
  3. Sua temperatura?
  4. Quantidade a elevar por hora?
  5. Qual a profundidade máxima do poço, furo artesiano, depósito, cisterna, etc., de onde o líquido deve ser extraído?
  6. Nível mínimo em qualquer dos recipientes indicados na 5ª pergunta?
  7. Nível máximo em qualquer dos recipientes indicados na 5ª pergunta?
  8. Ponto onde pretende instalar a bomba?
  9. Caso este fique afastado do poço, etc., qual a distância?
  10. Distância a que a bomba terá de conduzir o líquido?
  11. Qual o desnível da compressão? (contado em vertical desde o nível da bomba até ao ponto onde o líquido deverá ser elevado)
  12. Deseja bomba elétrica ou combustão?
  13. Sendo elétrica indique tensão e potência disponível.

 

Estes esclarecimentos podem ser obtidos da entidade que fornece a energia.

montagem_bomba_superficie

 

 

CONSELHOS GERAIS PRÁTICOS PARA A INSTALAÇÃO DE UMA BOMBA

 

I – Conduta de aspiração

 

A altura manométrica não deve jamais ser superior aquela para que a bomba foi construída e que normalmente está indicada, no catálogo técnico do fabricante.

 

Todas as juntas devem ser cuidadosamente executadas e verificadas, de maneira a evitar qualquer entrada de ar.

 

Nada de contra-rampas:
- A conduta deve ser em rampa regular desde o poço à bomba (1 cm, por metro).
- No caso de contra-rampas inevitáveis, escolher um tipo de bomba apropriada e colocar um purgador de ar ao ponto mais elevado da canalização.

 

Não colocar a válvula de aspiração muito próximo do fundo do poço, afim de evitar a absorção de areias ou lodo; (40 a 50 cm).

 

A canalização deve ser a mais curta possível e comportar o menor número de curvas, e sobretudo nada de estrangulamentos.

 

II – Conduta de compressão

 

Deve ter o menor comprimento possível, um mínimo de curvas e nenhum estrangulamento.

 

III – Conservação das bombas

 

Dependendo do modelo poderão ter que ser cuidadosamente lubrificadas.

Manual instalação motores submersíveis 4"

motores submersíveis

motores submersíveis

1 Directrizes
Os motores submersíveis da Franklin Electric são componentes de máquinas de acordo com a Directriz CE de „Máquinas“.

O motor só poderá ser ligado ou colocado a trabalhar depois de:
• Ter sido agrupado ou fazer parte integrante de uma máquina completa.
• Ter sido completamente cumpridas, as condições de protecção exigidas nas directrizes CE.
• Ter sido atestado através de uma declaração de conformidade.

 

2 Segurança
O motor submersível de 4" só poderá ser ligado ou colocado a trabalhar quando forem observadas as seguintes normas de segurança:

• Colocar o motor a trabalhar somente quando submerso em água (Fig.: 1 / Fig.: 2).

• Observar os limites de trabalho do motor e hidráulico.

• Controlar o sistema eléctrico e fusíveis antes do funcionamento (Fig.: 3)

• Proteger os pontos de risco eléctricos e mecânicos contra qualquer tipo de má utilização ou acesso.

• Permitir a saída do ar da conduta em toda a sua extensão antes de colocar o sistema a trabalhar para evitar contra-golpes no arranque.

• Colocar uma válvula de retenção no tubo de saída da bomba acima de 7 metros (Fig.: 4).

• Temperatura da água, com o motor abastecido de fábrica, não deverá ser inferior a -3 °C;  abastecido com água corrente, não abaixo de 0 °C (Fig.: 5).

• Temperatura máxima da água +30 °C. Operação em ambientes com temperaturas mais elevadas é possível apenas considerando-se a redução da potência (Fig.: 5).

• No caso de trabalhar com gerador:

o gerador deverá ser ligado sempre sem potência, ou seja:
- Arrancar: primeiro o gerador e depois o motor.
- Desligar: primeiro o motor e depois o gerador.

• Após o arranque medir:
- corrente de operação do motor em cada fase.
- tensão da rede com o motor em funcionamento.
- nível do líquido a ser transportado.

• Desligar o motor imediatamente quando:
- A corrente indicada na chapa de características for excedida.
- Forem medidas tolerâncias de tensão de mais de , 50Hz +6%/-10% ; 60Hz +/-10%, em relação a tensão nominal no motor (Fig.: 6)

- Existir o risco de funcionamento a seco.

motores submersíveis

 

3 Utilização apropriada
Os motores submersíveis da Franklin Electric só podem trabalhar apropriadamente no:

- Bombeamento de água potável (água de poços).
- Transporte de água (águas fluviais).
- Transporte de água (água agressiva apenas com motores de aço AISI 316).

• Operação em sistemas de aumento de pressão (sob-pressão).

• Operação em sistemas de lençóis freáticos.

• Profundidade de imersão máxima: 150 metros. Profundidades até 1000 metros apenas após consultar a Franklin Electric.

• No máximo 20 arranques por hora com tempo de liga/desliga de 60 segundos.

A utilização não apropriada de motores submersíveis da Franklin Electric para a utilização no transporte de ar ou meios explosivos é rigorosamente proibida.

Atenção
Para o arrefecimento necessário, favor consultar a instrução contida na etiqueta do motor. Caso a velocidade de arrefecimento não seja suficiente, utilizar uma camisa de arrefecimento.

 

4 Transporte e armazenamento

Atenção
O motor só poderá ser colocado em funcionamento por pessoal treinado e autorizado. Deixar
obrigatoriamente especialistas efectuarem as ligações eléctricas.

• Manter o motor armazenado na embalagem original até a hora da montagem.

• Não deixar o motor exposto a temperaturas superiores a +50 °C, caso contrário poderia haver perdas do líquido do motor (Fig.: 7).

• Temperatura de armazenamento com o motor originalmente abastecido na fábrica não deverá ser inferior a –15 °C; com abastecimento de água, evitar o risco de congelamento (Fig.: 8).

 

5 Ligar o cabo do motor

1. Remover as coberturas plásticas utilizadas para fechar orifícios do motor.

2. Eliminar humidade e impurezas da tomada e da ficha.

3. Aplicar um pouco de massa de silicone ou vaselina na parte de borracha da ficha (contactos da ficha não podem entrar em contacto com massa lubrificante).

 

Motores com ficha redonda:
4. Introduzir a ficha na tomada até que a rosca se torne visível (fig. 9 / 10).

5. Aparafusar a porca da capa de revestimento com uma chave de boca de 19 mm até que seja sentida resistência sensível – após este ponto, apertar mais 1/2 volta.

Atenção
O binário de aperto máximo da ficha é de 20 a 27 Nm. Caso a porca externa seja apertada em
excesso, a ficha apresentará posteriores vazamentos.

 

Motores com ficha plana:
4. Remover a tira de fixação do parafuso (fig. 23).

5. Inserir a ficha na tomada, enroscar o parafuso de fixação com uma chave T25 ou chave de fendas e apertar com um binário de 3,5 - 4,5 Nm. (fig.: 23/24).

6. Dispor o cabo do motor com um protector de cabos ao longo da bomba. Proteger o cabo do motor contra danos.

 

6 Prolongar o cabo do motor
O cabo fornecido pode ser prolongado no local da instalação do motor:

• Executar um conector de encaixe não-fixo com um cabo de encaixe da Franklin Electric e o kit para prolongamento de cabos 309 090 901 ou -902 com descarga de tracção.

• Proteger os pontos de ligação com manga retráctil, massa vedante ou guarnições de cabos prontas, para evitar a entrada de humidade (observar obrigatoriamente as instruções dos fabricantes).

• O cabo de prolongamento deverá ser autorizado para ser utilizado neste meio e para as temperaturas presentes no mesmo.

Nota
O instalador será o responsável pela selecção correcta e dimensionamento do cabo!

 

7 Montagem do motor e hidráulico
Estas instruções relacionam-se apenas ao motor. Observar impreterivelmente as instruções de montagem do fabricante da bomba!

1. Colocar o motor e o hidráulico em posição horizontal e plana (Fig.: 11).

2. Girar o veio do motor com a mão antes da montagem. O mesmo deverá girar livremente após ultrapassar a inércia.

3. Aplicar massa lubrificante a prova de água e isenta de ácidos nos dentes internos do acoplamento.

4. Retirar as porcas dos pinos do motor.

5. Acoplar o motor e o hidráulico entre si de tal modo que a passagem de cabos do hidráulico e a passagem do conector do motor fiquem paralelas entre si.

6. Se necessário, coloque anilhas elásticas nos pinos roscados e aperte transversalmente as porcas (max. 20Nm). Observe rigorosamente os binários de aperto do fabricante da unidade.

Atenção
Controlar a marcha livre axial e radial do veio do motor. Não poderá existir uma ligação rígida entre o motor e o hidráulico, caso contrário o motor e a bomba serão danificados quando começarem a funcionar.

7. Proteger o ponto de acoplamento contra contacto.

 

8 Ligação eléctrica
Observar os dados tanto da placa do motor quanto a folha de dados em anexo. Os seguintes exemplos de conexão relacionam-se apenas ao motor em si. Os mesmos não são recomendações para elementos de comando ligados anteriormente.

 

8.1 Fusíveis e disjuntor do motor

1. Considerar o uso de um interruptor de rede externo 1 (Fig.:12) para se poder desligar a electricidade do sistema a qualquer tempo.

2. Considerar o uso de fusíveis para cada fase individual (Fig.:13)

3. Considerar a aplicação de um disjuntor do motor na caixa eléctrica (Fig.: 14)

• Garantia nula sem protecção térmica.

• Protecção segundo EN 61947-4-1

• Disparo a 500% IN < 10 seg. (bimetal frio)

• Regulação com corrente de funcionamento (max. IN)

4. Considerar uma comutação de PARAGEM/EMERGÊNCIA.

8.2 Ligação à terra
Levar em consideração a potência do motor no dimensionamento da ligação a terra segundo IEC 364-5-54 e EN 60034-1.

• O motor deverá ser ligado a terra.

• Verificar que haja um bom contacto na ligação de condutor protector.

8.3 Protecção contra raios
Diversos modelos já dispõem de uma protecção contra tensões excessivas a partir de fábrica. Para todos os outros modelos, favor entrar em contacto com a Franklin Electric Europa GmbH.

8.4 Exemplos dos terminais
1. Conexão trifásica, ver (Fig. 15). Ligar o motor de tal forma que o sentido de rotação seja o mesmo do hidráulico. A conexão mostra a comutação normal com a rotação a direita e uma outra no sentido anti-horário.

2. Conexão de aço inoxidável especial com 2 fios (Fig.: 16)

3. Conexão de aço inoxidável especial com 3 fios (Fig.: 17)

4. Aço inoxidável especial PSC (Fig.: 18)

8.5 Operação com aparelho de arranque suave (SoftStarter)
• Ajustar o arranque suave para 55% da tensão nominal.

• Ajustar o tempo de aceleração e retardamento para no máximo 3 segundos.

• O aparelho de partida suave deverá ser conectado com um disjuntor após a aceleração.

• Observar obrigatoriamente as instruções do fabricante.

8.6 Operação com conversor de frequência
Para a operação com conversor de frequência, favor entrar em contacto com a Franklin Electric Europa GmbH.

 

9 Informações sobre o motor

Atenção
Desconectar o motor da rede eléctrica antes de qualquer tipo de manutenção de rede ou motor e evitar uma religação não intencional (fig. 22).

Para a localização e eliminação de falhas no sistema completo, observar obrigatoriamente as indicações dos fabricantes do motor e do hidráulico.

Nunca abrir o motor, pois o mesmo só pode ser montado e ajustado com ferramentas especiais. Não efectuar alterações ou modificações no motor e em suas conexões eléctricas.

Após conclusão dos trabalhos, conectar novamente todos dispositivos de segurança e protecção e examinar o funcionamento

9.1 Determinar a data de fabrico do motor
A data de fabrico do motor está impressa por cima / ao lado da placa:

plaqueta

9.2 Controlar / abastecer o enchimento do motor
Os motores submersíveis da Franklin Electric possuem uma lubrificação por água. Todos os motores foram enchidos de fábrica com o líquido de enchimento à base de água FES93, o que torna desnecessárias quaisquer intervenções antes da instalação. A perda de algumas gotas de líquido de enchimento não prejudica o funcionamento do motor, uma vez que o motor tem capacidade para se encher a ele próprio com água de nascente limpa após a instalação.
Em caso de suspeita de fugas maiores, deverá consultar-se a Franklin Electric Europa GmbH!
Não tente você próprio abrir o motor, uma vez o mesmo só poderá voltar a ser fechado e ajustado com ferramentas especiais!

9.3 Medição da resistência de isolamento
Efectuar sempre esta medição antes de o agregado montado já pronto ser submergido no local de utilização. O motor está em ordem quando a resistência de isolamento a 20 °C é de, pelo menos:

Resistência de isolamento mínima com cabo de extensão:
• para motor novo > 4 MΩ
• para motor usado > 1 MΩ

Resistência de isolamento minima sem cabo de extensão:
• para motor novo > 400 MΩ
• para motor usado > 20 MΩ

7-12

13-18

19-24

Como escolher a bomba correcta

Breve descrição das bombas que existem e as suas funções.

Que tipo de bomba preciso? Esta é a pergunta que mais vezes somos confrontados, isto porque existe uma variedade enorme de modelos e tipos de bombas, para não mencionar os intermináveis termos técnicos existentes na área da hidráulica.

Embora não possamos garantir que um modelo ou tipo de bomba possa ser adequada à situação que necessita, podemos apresentar algumas orientações sobre aplicações típicas para cada tipo de bomba.

Se não tiver a certeza que tipo de bomba necessita, poderá consultar o nosso departamento técnico pelo telefone (22208318) ou por email (geral@hidraulicart.pt) para poderemos aconselhá-lo sobre a bomba ideal.

Visão Geral dos Tipos de Bombas

 

- Bombas de Drenagem

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Se tem uma cave ou vive numa área onde o lençol freático está a uma cota alta provocando a acumulação de água, você pode precisar de uma bomba de drenagem. As bombas de drenagem são bombas automáticas concebidas para drenar (principalmente) água limpa rapidamente e ajudar a prevenir inundações na sua casa.

Normalmente as bombas de drenagem são instaladas em poços, depósitos ou caixas de drenagem. A água é acumulada aí sendo bombeada posteriormente para o exterior. Estas bombas são usualmente submersíveis.

Existem porém situações em que a bomba pode falhar, a válvula de retenção encravar ou até mesmo a falha de corrente eléctrica (na altura em que mais precisa da bomba), ou em alturas de extrema inundação e a bomba não é capaz de bombear o volume de água existente. Por estas razões é aconselhável ter uma bomba de reserva e um gerador de corrente,  isto claro se se justificar, sendo uma decisão pessoal que deverá ser baseada nas suas necessidades e situações específicas.

 

- Bombas de Esgoto

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As bombas de esgoto fazem exactamente aquilo que está a pensar - elas bombeiam água residual das casas de banho para a caixa de descompressão ou coletor de esgoto. Este tipo de bombas é geralmente usado sempre que tem instalada uma casa de banho a uma cota inferior à da rua, com é o caso de caves ou se a sua casa está localizada numa parte mais baixa que a linha de esgoto. Normalmente as bombas de esgoto podem bombear residuos sólidos até 50mm de diâmetro. No entanto, elas não são projectadas para bombear sólidos diferentes dos residuos humanos ou papel higiénico. Assim, mesmo que possua uma bomba de esgoto, esta não é a indicada para bombear produtos femininos, brinquedos, panos ou qualquer outro produto que não seja o residuo humano ou papel higiénico.

Algumas caves ou instalações sanitárias podem usar as chamadas bombas trituradoras compactas. Estes equipamentos têm um reservatório incluído e são instaladas normalmente atrás da sanita. Isto é uma boa solução para pequenas instalações sanitárias pois não terá que fazer uma fossa séptica nem grandes obras de construção civil. As bombas trituradoras, trituram os residuos em pequenas partículas e têm normalmente um poder de elevação superior às bombas tradicionais. Existe também bombas simples com este tipo de sistema (triturador), apesar de triturar as partículas a sua utilização continua ser exclusiva a residuos humanos e papel higiénico.

 

- Bombas de Efluentes

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As bombas para efluentes são semelhantes às bombas de esgoto, mas com uma menor capacidade de bombear resíduos sólidos. A água habitualmente bombeada por uma bomba de efluentes é "água cinzenta" não é água limpa mas também não é água carregada. As águas de efluente são normalmente águas de descarga de máquinas de lavar a roupa, pias da banca, tanques de lavar a roupa ou outro tipo de situações semelhantes. Temos vários tipos de bombas para este tipo de aplicações.

Central Hidropneumática com Variação de Velocidade

Central Hidropneumática com Variação de Velocidade

Central Hidropneumática com Variação de Velocidade E-Tech by Franklin / Speedmatic formada pelos equipamentos abaixo descritos:

  • Duas electrobombas da marca E-Tech de origem Americana, modelo EH 5-5, formadas por bombas horizontais centrífugas monobloco, equipadas com motor eléctrico para corrente monofásica de 230 Volts, 50 Hz, 1,5 cv, 2890 Rpm, montagem horizontal com turbinas e difusores em aço inox 304. Capacidade Hidráulica – 4,0 Bar @ 83 l/m (por bomba);
  • Depósito autoclave de 5 Lts de capacidade, com membrana de borracha tipo alimentar pré-carregado de ar, com fundos copados.
  • Colector de compressão.
  • Válvulas de retenção em cada bomba.
  • Válvulas de seccionamento da compressão de cada bomba.
  • Válvula de corte geral.
  • Base de assentamento
  • Um armário eléctrico de potência, composto por, grupos de disjuntores, interruptor corte geral, régua de bornes.
  • Dois variadores de velocidade Speedmatic Master, de origem Espanhola, instalados na saída das electrobombas. O speematic é um conversor de frequência dedicado a aprimorar o controlo de fluxo hidráulico nas áreas da água cm as seguintes e principais características:

- Desliga por falta de água com sistema de auto-rearme;
- Transdutor de pressão interno;
- Sensor de fluxo interno;
- Sensor de intensidade de corrente com leitura instantânea;
- Informação de horas de trabalho e número de arranques;
- Sinalização de serviço da bomba;
- Sinalização de falha;

central-speed-etech-02

O funcionamento do variador, vai de encontro às mais exigentes procuras de conforto através de caudal constante ou pressão proporcional (compensação de aumento e perdas de carga na rede devido ao aumento de caudal), fornecendo de forma suave o débito necessário sem picos de corrente ou golpes de aríete, devido ao arranque e paragem suave. Este sistema reduz os custos energéticos e custos de manutenção.

central-speed-etech-03

Instalação de central bombas submersíveis com variação de velocidade

A Hidraulicart fez a instalação de uma central de bombas submersíveis de abastecimento de água com variação de velocidade e pressão constante, no Comando Territorial G.N.R do Porto.

GNR Porto

GNR Porto

Ficam aqui algumas fotos da instalação.

VACON® 100 FLOW é um variador de velocidade optimizado especialmente para aplicações em bombas. Este novíssimo variador de velocidade proporciona um controlo de fluxo versátil para aplicações de águas.

Variadores Velocidade Vacon Flow

Quadro de Variação de Velocidade

Quadro de Variação de Velocidade

Quadro de Variação de Velocidade

Quadro de Variação de Velocidade

Transdutores de Pressão

Transdutores de Pressão e Manometro Glicerina

Colector das Bombas Submersíveis E-Tech - Franklin

Colector das Bombas Submersíveis E-Tech - Franklin


Central Hidropressora Variação Velocidade

Central Hidropressora Variação Velocidade modelo Baico 2xLascar V 6-55 Varisytem, formada pelos equipamentos abaixo descritos:

  • Duas electrobombas da marca BAICO de origem Espanhola, modelo Lascar 6-55, formadas por bombas verticais centrífugas monobloco, equipadas com motor eléctrico para corrente trifásica de 400 Volts, 50 Hz, 2,2 kW, 2890 Rpm, montagem vertical com capacidade Hidráulica – 4,0 Bar @ 3,3 l/s (por bomba);
  • Depósito autoclave de 12Lts de capacidade, com membrana de borracha tipo alimentar pré-carregado de ar, com fundos copados.
  • Transdutor de pressão.
  • Colector de compressão.
  • Válvulas de retenção em cada bomba.
  • Válvulas de seccionamento da compressão de cada bomba.
  • Válvula de corte geral.
  • Base de assentamento.
  • Um armário eléctrico de potência, composto por, grupos de disjuntores, interruptor corte geral, régua de bornes.
  • Dois Variadores de velocidade NASTEC, de origem Italiana. Estes conversores de frequência são dedicados a aprimorar o controlo de fluxo em aplicações das áreas do abastecimento predial. A programação dos parâmetros da unidade reguladora pode ser completa ou parcialmente bloqueada através de uma senha. A unidade reguladora contém bornes para:

- Contacto de falta de água.
- Sinalização de serviço da bomba.
- Sinalização de falha.
- Transdutor de pressão.
- Motor.
- Alimentação da rede.

Central Hidropressora Variação Velocidade

Central Instalada em Ginásio, Perafita

O Microprocessador contido na unidade de comando proporciona, com auxílio do interface RS 485 em instalações com várias bombas (no máximo 8 unidades), tanto uma sequência de serviço das bombas completamente automática em dependência do consumo, como também alternância cíclica do serviço das bombas interligadas e o arranque da próxima bomba em caso de falha de uma das bombas, sem qualquer controlo externo. Da mesma forma a unidade de comando inclui uma memória dos sinais falha e arranque de ensaio para cada uma das bombas depois de um período de descanso programável.

Central Hidropressora com Variação de Velocidade

Central Instalada em Ginásio, Perafita

A regulação especial e integrada da pressão faz com que a bomba interrompa o serviço imediatamente quando o consumo for zero. O débito da bomba é averiguado indiretamente através do nr. de rotações e possibilita aumentar ou diminuir a pressão em dependência do consumo, conduzir a pressão diferencial segundo uma curva específica para o sistema, de parâmetros livremente programáveis.

Uma fonte de alimentação incorporada fornece a corrente para o transdutor de pressão diferencial em aço de elevada precisão, montado, com sinal de saída de 4 - 20 mA. O funcionamento do variador, vai de encontro às mais exigentes procuras de conforto através de caudal constante ou pressão proporcional (compensação de aumento e perdas de carga na rede devido ao aumento de caudal), fornecendo de forma suave o débito necessário sem picos de corrente ou golpes de aríete, devido ao arranque e paragem suave. Este sistema reduz os custos energéticos e custos de manutenção.

Quadro de Variação de Velocidade - Controlo de Bombas

Instalação do quadro de variação de velociade para controlo e monitorização das bombas de rega do Parque da Cidade do Porto.

A Vacon anunciou o lançamento do novo VACON® 100 FLOW, um variador de velocidade optimizado especialmente para aplicações em bombas e ventiladores. Este novíssimo variador de velocidade proporciona um controlo de fluxo versátil para aplicações de águas e águas residuais e automação em prédios, aumentando assim a gama de conversores de frequência VACON 100.

O VACON 100 FLOW é o mais jovem membro da terceira geração de variadores da VACON completando assim a a gama VACON:

VACON® 100 variador de velocidade multi-propósito
VACON® 100 X variador de velocidade com IP66/UL Tipo 4X
VACON® 100 HVAC variador de velocidade para automação em AVAC

O VACON 100 FLOW combina a essência do VACON 100 com funções dedicadas à optimização de processos de controlo de caudal e pressão. O novo variador de frequência melhora também a eficiência e redundância em sistemas de bombagem, oferecendo as mais recente e avançado método de controlo de bombas.

O VACON 100 FLOW vem preparado com características user-friendly como um display graphic multi-língua, assistentes de configuração que permitem uma fácil parametrização do variador e funções de programação por blocos tipo PLC intuitivas que permitem que o seu variador seja ajustado para qualquer aplicação.

Sobre Vacon
Vacon é impulsionada e pela vontade de projectar, fabricar e vender apenas os melhores variadores de velocidade do planeta. Dedicada exclusivamente aos a variadores de velocidade, Vacon tem actualmente ID e unidades de produção de produção na Finlândia (sede), Estados Unidos, China, India e Itália, e escritórios em mais de 25 países e uma rede de distribuidores que cobre praticamente todo o globo.

Lider mundial tecnológico em variadores de velocidade de CA.

A história da Vacon remonta a 1993 quando um grupo de 13 engenheiros das fábricas ABB Industry Oy de Vaasa (Vaasa é uma cidade Finlandesa) fundaram a Vacon (Vaasa Control Oy). Estes 13 membros fundadores começaram a saga Vacon rumo à meta de se tornar um líder mundial no fornecimento de conversores de frequência.